Amigo, respeito
Você está no seu
Sagrado direito
De cultivar a ignorância
E a visão estreita
Mas depois não reclama
Da colheita
Amigo, respeito
A sua vida é
Completamente sua
Você é livre para estragá-la
Até a morte
Mas depois não reclama
Da sorte
Nem vai pedir socorro
Para ambulância
Deixe de arrogância
Dê a mão à palmatória
O plantio é livre
A colheita, obrigatória
Admita a ignorância
A vida é branco no preto
Você decide agora
Depois vem o boleto