Bobo, bobo, bobo
Me distraia contando fofocas
Babaleias
Dando cambalhotas
E caindo feito bosta
Bobo, bobo, bobo
O meu vício é ruim
Mas é meu
Ele mata, mas aos poucos
E não tenho pressa
Bobo, bobo, bobo
Não obrigado!
Mil vezes ver meu poder e pudor
Cagado pelo seu descaso
E humor
Não quero paz
Que rejeita propina
Prefiro o conforto
De viver morto
Nesse céu de aspirina