Tag: Mal

Egoísmo maior (música)

22/04/2003 by in category Músicas tagged as , , , ,

Que o meu egoísmo seja tanto que abrace o universo inteiro. Que o meu egoísmo seja santo santo e verdadeiro Se o que eu quero é o que você quer então qual é o problema? Se eu não quero o que você não quer também Porque o dilema? Porque o dilema? Você fere e mata […]

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Inferno de Dante

18/04/2003 by in category Músicas tagged as , , , ,

Olho para o chão procurando ver o céu inferno de Dante torre de Babel super homem mascarado de vilão ceticismo e primeira comunhão Toco violão pois não sei o que fazer só mexendo as mãos é que consigo dizer o que sinto só é manchete em meu jornal olha eu não minto, não sou coluna […]

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Inveja mata

18/04/2003 by in category Poemas tagged as , , , ,

A inveja me faz andar de moonwalk me dá barriga de tanquinho coloca o feijão do vizinho no meu prato me dá Oscar do prêmio Nobel transfere o salário do patrão para minha conta me elege presidente da república compra um apartamento na cobertura do bolo imprime meu pinto na capa da revista e me permite viver a vida dos outros […]

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Limão

15/04/2003 by in category Músicas tagged as , , ,

O gosto amargurado do limão fez nascer um doce gosto em meu coração Transformou perdeu o medo perdeu todo azedo mas não perdeu nada Me fez forte como um rochedo me tirou da encruzilhada O verde vida fez viver o suco fez morrer a fruta esmagada Me alimentou com seu segredo em forma de limonada […]

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Livro da vida humana

15/04/2003 by in category Poemas tagged as , , , ,

Sofremos até a página sete. Amamos o próximo até a página três. Temos certeza absoluta até a página dois. Gostamos de peixe cru até a página nove. Achamos fulana linda até a página cinco. Conversamos como adultos até a página seis. Pensamos na crise política até a página oito. Acreditamos no ser humano até a página quatro. […]

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AUTOR


Meu nome é Marcelo Ferrari. Nasci ontem. Quando fiz dez anos, completei dezoito. Tenho um chinelo azul com alça vermelha que não serve para poesia. Escrevo o que a inspiração põe e a expiração tira. Não uso heterônimos, sou usado por eles. Só sei ser sendo, dançar dançando, escrever escrevendo e ferrari ferrariando. Minha literatura não é pá pum e pronto! É pá pum escreve. Pá pum lê. Pá pum edita. Pá pum relê. Pá pum reedita. Pá pum rerelê. Pá pum rereedita. Até que pá puta que pari! Nunca estarei ponto! E pronto! Me imagine tocando violão. Sempre. Ininterruptamente.

        

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